Lituânia: turismo na congelante Vilnius

Não lembro ao certo a data, mas foi em uma das aulas de geografia no ano de 1998, quando a professora passou uma atividade com o mapa do leste da Europa e pediu aos alunos para completarem com as respectivas capitais, que me recordo de ter ouvido a palavra Vilnius pela primeira vez. Completei todas rapidamente, feliz por saber da existência de alguns países que os meus avós mal conheciam, afinal, após décadas de diferentes ocupações, foi em 1991 que a União Soviética caiu e a Lituânia reconquistou a sua independência. Isso tinha ocorrido apenas 7 anos antes da tal aula e, naquela época, apesar de existir, a internet ainda não era utilizada como hoje, e costumávamos estudar usando as enciclopédias.

Após 17 anos, finalmente tive a oportunidade de conhecer Vilnius e, mesmo tendo passado tanto tempo, percebi que até hoje muitos amigos e conhecidos pouco ouviram falar do país, isso quando não perguntam onde fica esse lugar tão estranho.

⚠️O seguro viagem, com cobertura mínima de 30 mil euros, é obrigatório para entrar na Europa.

A pergunta que muitas pessoas nos fazem é: “Onde fica a Lituânia?”

A Lituânia é uma das três repúblicas bálticas (junto com a Estônia e Letônia), fazendo fronteira ao norte com a Letônia, ao sul com a Polônia, ao leste com a Bielorrússia e a oeste com o Mar Báltico. Situada na Europa, é um dos países membros da Comunidade Europeia. Isso que dizer que os brasileiros não precisam de visto para estadia máxima de 90 dias no país.

Veja a localização exata no mapa abaixo:

O idioma oficial é o lituano e a moeda utilizada é o euro, entretanto, diferentemente das outras duas capitais dos países bálticos, Vilnius é mais cara. Não é nada que se compare às grandes capitais europeias como Paris, Londres ou Roma, mas é a cidade mais cara que visitamos na parte leste da Europa.

Estivemos em Vilnius nos últimos dias do ano, com direito à comemoração do ano novo no estilo lituano e muito, MUITO frio! Até aquele momento, o mínimo de temperatura que eu tinha enfrentado era na casa dos -10 Celsius, em outras cidades na Europa, e Fabrício já havia suportado o mínimo de -29 graus, mas isso em uma estação de ski nos Estados Unidos. Essa foi a primeira vez que passeamos dentro de uma cidade com temperatura e sensação na casa dos -20 graus e com muita neve caindo todos os dias. Bem, isso não é um problema para nós, pois temos roupas apropriadas para baixas temperaturas, além de amarmos o frio, o que ajuda bastante a ter ânimo para sair!

Chegada a Vilnius

Vocês acham que iríamos pegar táxi da estação de ônibus até o hotel? Como gostamos de aventura, andamos 2km na neve, baby!

Durante todos os dias, fizemos todos os passeios a pé e chegamos a andar 10km debaixo do frio. Confesso que em alguns poucos momentos sentimos alguns incômodos, como nariz e dedos doendo (mesmo com proteção), mas nada disso foi motivo para que desistíssemos de continuar o passeio. Pelo contrário, voltamos cheios de fotos de paisagens lindíssimas do inverno lituano!

Utilizamos o Vilnius City Card, um cartão turístico que dá direito à entrada gratuita em diversas atrações turísticas e museus, além de descontos em lojas, cafés, restaurantes, aluguel de carros, dentre outros. Existem cartões de 24 horas que incluem transporte público ilimitado, como os de 24 horas sem transporte e o de 72 horas com transporte (que foi o que utilizamos). Dentre os passeios que estão incluídos neste cartão turístico estão os Free Walking Tours, que são os passeios guiados a pé, mas que não fizemos porque eles não estavam acontecendo nos dias de temperaturas tão baixas. Saiba mais quais são as atrações gratuitas e quais aquelas em que o cartão turístico dá desconto.

O que visitar em Vilnius?

Como a maioria das cidades ocidentais, sempre há uma praça principal com uma igreja e na capital da Lituânia não é diferente! Conhecemos a Praça da Catedral (Cathedral Square), a mais importante do centro histórico da cidade, onde ocorrem feiras, desfiles militares e foi onde passamos a virada do ano.

Nesta praça, fica a Catedral de Vilnius (Cathedral Basilica of St. Stanislaus & St. Ladislaus), a igreja católica mais importante da capital, construção do século XIII, que já foi convertido em um templo pagão pelo Grão-Duque Mindaugas, mas que nos mesmo século voltou a ser um templo católico. Além de gostarmos muito de ver igrejas por dentro, a entrada na catedral teve um papel muito importante, o de nos aquecer por alguns minutos!

Catedral de Vilnius

A Praça da Catedral com a igreja mais importante da cidade e a grande árvore de Natal, especialmente montada para as festas de final de ano

Capela Catedral de Vilnius

A capela dentro da catedral

Após a visita no interior da igreja, subimos o campanário (Cathedral Belfry), uma torre com um sino que fica bem na frente da catedral. A subida é um pouco cansativa, já que só há a opção de chegar ao topo pelas escadas, mas a vista que se tem do alto compensa qualquer cansaço!

A catedral vista do alto da torre do sino. Observem que ao fundo há um morro com uma torre avermelhada em cima. Ela será a nossa próxima parada!

A subida na torre é gratuita para os portadores do Vilnius City Card e, para quem não tem o cartão, a entrada custa um pouco mais de 4 euros.

O museu abre de terça a domingo às 10:00 e fecha às 18:00 no período de outubro a abril, e às 19:00, de maio a setembro. Não abre nas segundas e nos feriados.

Circulando a praça pelo lado direito da catedral, seguimos um caminho íngreme  e escorregadio (por causa do gelo) até a Gediminas’ Tower, um castelo de tijolos construído por um dos grandes duques da Lituânia e que é um dos Museus Nacionais do país.

Caminho para Gediminas'Tower

Caminho escorregadio para a torre Gediminas

Gediminas' Tower

Quase chegando à torre!

Após alguns minutos, tivemos a felicidade de ver o céu amarelo alaranjado do final da tarde!

O museu em si é simples e mostra um pouco dos armamentos utilizados no passado, e o melhor de tudo é a vista panorâmica que temos no alto da torre! A entrada custa poucos euros, mas é gratuita para os portadores do Vilnius City Card.

Recomendamos que cheguem no final da tarde para ver o por do sol, pois a vista é lindíssima! Só lembrando que o horário que o sol se põe vai depender muito da estação do ano: como estivemos no inverno, começava a escurecer pouco depois das 16:00.

Vista de Vilnius Gediminas Tower

Vista 360 graus do alto da torre

Por do sol Gediminas Tower

Quanto mais o sol baixava, mais alaranjado ficava o céu!

Fim de tarde no Gediminas Tower

Pegamos o final do por do sol, já na parte de baixo, no mesmo nível da torre

O que não sabíamos é que tinha um funicular que ligava a parte central da cidade a alto onde fica a torre. É uma opção para as pessoas com dificuldade de locomoção e os mais preguiçosos e, aproveitando que era muito barato (apenas 1 euro por pessoa e custa 1,50 a subida e descida, se comprado um único bilhete) utilizamos o bondinho para descer e fomos parar no rua que fica bem próxima ao Museu Nacional da Lituânia (National Museum of Lithuania – New Arsenal), que é o mais antigo e importante do país.

Museu Nacional da Lituânia

Fachada do Museu Nacional da Lituânia

O museu abriga um grande acervo que conta a história da Lituânia, com objetos arqueológicos medievais, passando pela cultura étnica, até a história moderna. Conhecemos um pouco mais da história de batalhas envolvendo os lituanos e as figuras dos grandes duques da Lituânia.

Já nas últimas salas, vimos uma amostra de arte feita com tesoura em papel, que lembram a renda. Foi aí que descobrimos que há concursos só desse tipo de arte em papel.

Acervo do Museu Nacional da Lituânia

A estátua do Grão-Duque Vytautas; mostra de roupas típicas e arte feita com papel e tesoura

Winter in Vilnius

Dia lindo e frio!

Caminho entre Catedral e o Museu

Caminho entre o museu e a catedral

A entrada no Museu Nacional da Lituânia custa 2 euros e é gratuita para os portadores do Vilnius City Card. O local está aberto de terça a domingo das 10:00 às 18:00 e não abre nas segundas e feriados.

Outro local que visitamos foi o Museu das Vítimas do Genocídio (Museum of Genocide Victims), um edifício onde a KGB (uma organização de serviços secretos da união soviética) operou durante 50 anos, planejando e executando crimes. Podemos ver documentos da época, muitas fotografias e celas originais onde ficavam os presos, algumas a céu aberto e tão frias que não conseguimos imaginar como foram capazes de deixar alguém preso nestas condições.

Museu do Genocídio Vilnius

Na parte de cima: uma das celas internas e fotos do período da ocupação. Na parte de baixo: banheiro onde aos presos só era permitido banho uma vez por mês; sala de escuta dos espiões da KGB; e cela ao ar livre

É, sem dúvida, um lugar sombrio e essencial para entendermos o que ocorreu na época em que os soviéticos ocuparam o país, com um regime tão cruel e que foi responsável por muitas mortes, considerado por alguns tão ruim ou pior que o nazismo.

 O museu está aberto de quarta a domingo das 10:00 às 17:00 ou às 18:00 (a depender da época do ano) e não abre nas segundas e terças. O valor da entrada é 2 euros e gratuita para quem tem o Vilnius City Card.

Um outro museu que visitamos, um tanto diferente, foi o Museu do Brinquedo (Toy Museum), que abriga uma enorme coleção de brinquedos, desde os mais antigos e artesanais, feitos de madeira, a fliperamas e brinquedos populares no período soviético. Apesar de ser algo direcionado para criança, vimos adultos se divertindo nos brinquedos (nos incluímos neste bolo!). Após tantos anos, estávamos lá jogando totó, hockey e basquete nas maquininhas parecidas com as que havíamos brincado na época de escola.

Toy Museum Vilnius

Não tem como não brincar!

Como os outros museus que visitamos, também não pagamos pela entrada porque tínhamos o cartão turístico da cidade.

Esse museu é meio escondido e, para entrar nele, é preciso tocar no interfone para o pessoal da recepção abrir o portão que dá acesso a várias casas, sendo uma delas o próprio museu.

O último museu que visitamos e que nos causou muita comoção foi o Memorial Complex of the Tuskulėnai Peace Park, um conjunto de casas que conta a história do genocídio e da resistência dos lituanos contra o regime soviético. Para chegar a esse memorial, andamos aproximadamente 3km a partir do hotel, debaixo de muito frio e de uma paisagem muito bonita, porém um pouco deprimente, sem muita gente por perto e pouco barulho de carros.

Nós, que não sabíamos muito do que encontraríamos pela frente, fomos aproveitando toda aquela paisagem tão distante da nossa realidade e, mesmo um pouco incomodados com o frio que parecia ultrapassar as nossas roupas, tentávamos aproveitar o máximo de tudo que estávamos vendo e sentindo. Sim, adoramos o inverno e a paisagem branca tomada pela neve!

Ponto sobre o Rio Neris

Atravessando a ponte que passa por cima do principal rio de Vilnius, o Rio Neris, e vendo formar crostas de gelo na água

Margens do Rio Neris Vilnius

O longo caminho branco que levava ao memorial

neve em Vilnius

A grama verde coberta de branco

Assim que chegamos ao local, ficamos um pouco perdidos sem saber onde deveríamos entrar até que um senhor informou o caminho para uma casa que é onde funciona um museu. Como nos outro museus que visitamos na cidade, também não pagamos a entrada por causa do Vilnius City Card.

A casa, do século XIX, abriga uma série de fotos do local e foi utilizada durante o regime soviético, onde aconteceram atrocidades contra aqueles que eram contra a cortina de ferro. Vimos fotos do local, que ficou totalmente abandonado até 1996, tendo sido finalmente reconstruído no início dos anos 2000 para ser um museu. Na parte subterrânea da casa, tivemos contato com objetos pessoais dos prisioneiros mortos e tivemos acesso às informações sobre os maiores responsáveis pelos massacres.

Após o passeio pela casa, fomos guiado até um memorial que fica no centro de um parque e que, naquela altura, estava completamente coberto pela neve.

Memorial Complex of the Tuskulenai Peace Park

O memorial no meio do parque

Assim que entramos no local, que por sinal estava gelado, a guia começou a nos explicar sobre aquela estrutura circular, que estava rodeada de caixas, e que em cada uma havia os restos mortais daqueles que lutaram contra o sangrento regime soviético e que foram executados onde hoje se encontra o museu. Todas as caixas estavam numeradas e havia nada mais nada menos que 724 restos mortais naquele lugar. Ou seja, só ali estavam as lembranças de 724 vidas perdidas durante esse período sombrio da história da Lituânia.

Ossos dentro de caixas no Memorial Complex

As caixas com os restos mortais

Dá um frio na espinha só de imaginar que é uma história relativamente recente e que talvez tenhamos passado por pessoas que foram torturadas ou por parentes de tantos que se foram em uma das épocas mais tristes da história daquele país.

Foi aí que voltamos por aquele mesmo caminho da ida, mas agora os nossos pensamentos eram completamente diferentes, já que não tem como ver aquilo tudo e não ficar perplexo com o que o ser humano é capaz de fazer. Já tivemos a oportunidade de visitar campo de concentração na Polônia, campo de trabalhos forçados e de extermínio, no Camboja, e tantos outros museus sobre os horrores da humanidade, mas sempre nos sentimos chocados, seja onde for.

O local está aberto de segunda a quinta, das 08:00 às 17:00, e nas sextas, das 08:00 às 16:00. As visitas guiadas são em lituano, inglês ou russo.

Voltando ao centro histórico de Vilnius, era a vez de bater perna pelas calçadas cobertas de camadas de gelo que, quando menos esperávamos, eram palcos de escorregões por todos os lados. Confesso que essa é a parte chata do inverno com neve, a de ter que andar tomando cuidado para não cair no chão.

Andamos pela Pilies, uma importante rua do centro histórico, cheia de lojas de souvenirs, cafés e restaurantes. Foi em uma casa de chocolate que fica nessa rua onde tomei o chocolate quente mais caro da minha vida! Também, quem mandou eu pedir algo sem perguntar o preço? Não pensem que porque estão na parte leste da Europa que as coisas não são caras, pois Vilnius pode ser uma grande surpresa quando o assunto são preços altos.

Pilies Vilnius

A Rua Pilies, uma das mais importante do centro histórico

Andando por essa rua, no sentido sul, passaremos pela prefeitura da cidade (Town Hall), e veremos casas coloridas, bem bonitinhas, ao redor da praça.

Vilnius Old Town

As casas coloridas da praça da prefeitura

No centro histórico, passamos pela Igreja de Santa Catarina (Church of St. Catherine), que foi a primeira igreja a ser totalmente reconstruída após a reconquista da independência do país.

Para quem não sabe, os soviéticos pregavam o ateísmo e proibiam manifestações religiosas. Por isso, algumas igrejas tiveram suas portas fechadas e outras foram utilizadas com outras funções, como bibliotecas e restaurantes, por exemplo.

CHURCH OF ST CATHERINE

A igreja de Santa Catarina vista do fundo

Parque na frente da St. Catherine's Church

S.Moniuškos Severas, o parque na frente da igreja

Parque em frente a Igreja de santa Catarina Vilnius

Olhem a cor do céu!

Uma outra igreja que visitamos foi Igreja Ortodoxa do Espírito Santo (Orthodox Church of the Holy Spirit), que como o próprio nome já diz, é um templo religioso ortodoxo, um dos resquícios do período em que o país fez parte do Império Russo.

A presença dessas igrejas ortodoxas são um dos pontos em comum dos três países bálticos, já que todos passaram por épocas de domínio russo.

Orthodox Church of the Holy Spirit Vilnius

A fachada da Igreja Ortodoxa do Espírito Santo

Para quem gosta de visitar templos religiosos mundo afora, é interessante dar uma passadinha nas igrejas ortodoxas e conhecê-las também do lado de dentro e ver como são diferentes das católicas e das luteranas. Infelizmente, não era permitido tirar foto do lado de dentro de nenhuma das igrejas ortodoxas que visitamos nos três países.

Um dos mais importantes monumentos religiosos, culturais  históricos de Vilnius é o Portão do Alvorecer (Gate of Dawn), as únicas das nove fortificações medievais que ainda existem na cidade. No século XVI, foi colocada uma imagem da Virgem Maria na capela que fica acima do portão e hoje é um lugar de visitas tanto de católicos, quanto dos ortodoxos que vivem em Vilnius.

Our Lady of the Gate of Dawn Vilnius

O único portão medieval que sobreviveu!

E falando ainda de locais religiosas, passamos pela Igreja de Santa Ana (St. Anne’s Church), que tem a arquitetura externa mais bonita de todas que conhecemos na cidade e tivemos a felicidade dela estar em nosso roteiro no final de tarde, quando já estava escuro, pois a iluminação externa do prédio é belíssima!

A construção, do final do século XV e início do século XVI, é feita de tijolos no estilo gótico e impressiona muito mais do lado de fora do que de dentro.

St.Anne's Church

A belíssima fachada da St. Anne’s Church

Para finalizar o passeio, o último local que visitamos foi o Gueto de Vilnius (Vilna Ghetto), um lugar transformado em gueto judaico durante a Segunda Guerra Mundial.

Durante os dois anos de existência, estima-se que 40 mil pessoas tenha sido vítimas de maus tratos, execuções e deportações para os campos de concentração. Sem falar naqueles que morreram de doenças e fome.

Gueto de Vilnius

O antigo Gueto de Vilnius

Não tem como passar por um local como esse e não ficar tocado com o que tudo aquilo representou no passado, onde muitas pessoas sofreram e morreram por causa da ganância de poucos. Essa triste história ainda é lembrada por uma placa que fica em um dos muros da rua e que descreve resumidamente o que o aconteceu ali.

E foram assim os dias felizes, porém reflexivos, da nossa jornada em Vilnius, a terceira capital que conhecemos nos bálticos: com muita neve, belas paisagens, lindos por do sol, museus, a chegada de um novo ano e muita história para contar!

Dias que jamais esqueceremos!

Dias que jamais esqueceremos!

Após a visita aos países bálticos, algumas pessoas nos perguntaram qual a cidade mais legal e qual a menos interessante. Não podemos negar que a simpatia por Tallinn foi arrebatadora, o charme de Riga nos encantou, mas o frio de Vilnius também teve um papel importante!

Pode até ser a cidade “menos simpática” das três (apesar dos três povos serem de poucos sorrisos), mas tem uma arquitetura muito bonita (como tudo na Europa!) e tantos lugares interessantes para se visitar que é impossível compará-la com as outras.  Todas têm os seus encantos e podem ser facilmente visitadas em uma única viagem.

E você? Já esteve na Lituânia?

O que achou de Vilnius?

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*Todos os valores e horários são de acordo com a época da nossa visita à cidade. Recomendamos que, antes de visitá-los, verifiquem valores e horários atualizados nos sites oficiais das atrações. 

*Nossa visita teve o apoio do Centro de Turismo de Vilnius, o qual agradecemos pelo suporte!

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26 Comentários

  1. Thilla

    Oi Gabriela! Pesquisando sobre os bálticos no inverno, encontrei seus posts e eles tem me ajudado bastante no planejamento da minha viagem! 🙂

    Vou para Vilnius, Riga, Tallin, Helsinki, St. Petersburgo e Moscou em Janeiro/2018 e minha maior preocupação é se os pontos turísticos fecham por conta da neve/frio. Você teve algum problema em relação a isso nessa viagem? Outra coisinha: vi que vc falou bastante sobre o Vilnius City Card. Valeu a pena o custo-benefício? Pq alguns city cards acabam não valendo….

    Muito obrigada! Beijos!

  2. Marcos Andre

    Ola ! Pretendo sair de San Petersburgo em direção ‘a Varsóvia e Cracóvia, passando por Talin(Estonia), Riga(Letonia) e Vilnius(Lituania), retornando à Roma. As rotas entre Talin, Rida, Vilnius e Varsóvia, vcs fizeram de trem ou onibus, compraram tickets por algum site ou App ?
    Obg

  3. Paolla

    Olá,
    Muito legal seu post! Linda viagem!

    Estou indo passar final do ano nessa região e gostaria de saber mais detalhes sobre como foi a comemoração do ano novo no estilo lituano? Estamos indecisas entre Riga e Vilnius para o réveillon. Alguma sugestão?

    Obrigada

  4. vanessa

    Gabriela, me contaaa que roupas são essas que vcs usaram? Pq eu fui à Polônia no inverno, usei blusa normal, térmica, fleace, casaco pesado por cima e achava que ia morrer de frio. Não sei o qe fazer com as mãos e é… Usei uma bota própria, com solado superrr grosso (da Quechua), 2 números acima para caber bastante meia, mas meu pé simplesmente congelava. Eu amo inverno e frio, mas não estou conseguindo me aquecer por nada quando o termômetro passa dos -10 :/ Queria tanto ir para os países bálticos agora em dezembro, mas estou com medo de virar picolé.

    • Usamos roupas de algodão por baixo e as mais quentinhas por cima rss
      Nos países bálticos eu usei uma meia calça grossa, uma meia de lã por cima e uma legging por cima de tudo, na parte de baixo. Já na parte de cima, uma blusa de algodão justinha, uma mais quentinha por cima e um casaco bem quentinho. Usei tbm aquelas botas que têm imitação de pelo dentro.
      No último inverno fomos ao Canadá e descobri um esquentador de mãos e pés. Sensacional 😉

  5. LUIZ CARLOS DOS SANTOS

    07/01/2017.

    Parabenizo pelo blog,aprendi muitas coisas, ao ler vários relatos, fiquei com uma dúvida,estou a programar a minha primeira viagem internacional,será para Lituânia,eu me correspondo com uma mulher deste país, li vários sites,inclusive da Embaixada da Lituânia no Brasil e liguei para a Embaixada p/ tirar as dúvidas,mas elas ficaram,vamos a elas: Li que eu preciso da carteira de vacina amarela,confirmado pela Embaixada da Lituânia e a mesma afirmou que eu não preciso da carta convite da pessoa ou familia que vai me hospedar,achei estranho essa informação da Embaixada,sobre a vacina de febre amarela,no site OMS atualizado, diz que a Lituania não exige, na dúvida vou tirar, vou ficar na casa dela,como sei que preciso da carta convite,este quesito vou ter um impecilho,o site que falo com ela não deixa passar endereços de e-mails e outros, solicitei a ela a ir ao setor de imigração da Lituânia e obter esta informação, e se ela pode levar a carta convite e ficar no setor de imigração na minha chegada ao país,caso não vou reservar um hotel,não quero ter problemas,vou passar 20 dias, vou no mês de junho.
    A moeda é Litas ou Euro, outra dúvida, cada site informa moedas diferentes?
    Caso tem alguma informação sobre documentações exigida neste país, informa, ficarei agradecido.
    Sucesso.
    LUIZ CARLOS DOS SANTOS.

    • Thiago Macedo

      Luiz, eu fui para Vilnius em Outubro e não é necessário nada disso! Não precisa de visto e muito menos qualquer tipo de vacina, a não ser que tenha mudado nesses últimos 3 meses para cá! A moeda é o Euro! Vá e aproveite pois vc vai se apaixonaaaaaaar !! Não deixe de visitar o museu da KGB no Centro! Inesquecível experiência! Abraços

      • Exatamente, Thiago!! Obrigada responder as dúvidas de Luiz antes que eu conseguisse chegar aqui para responder 😉
        Sobre o certificado de vacinação contra febre amarela, nenhum país da Europa exige.
        Abraços a todos!!

        • Thiago Macedo

          Gabi, desculpe ter me antecipado a você rs rsrsr mas como recebi o comentário no meu e-mail, eu não resistir em responder, até porque depois de minha viagem virei um fã de Vilnius e amo falar sobre essa cidade!! Kkkkkk

          • Que nada! Eu que agradeço por você ter se antecipado!! Adoro essa integração entre os leitores do blog.
            Sinta-se sempre à vontade para comentar aqui 😉
            Muito obrigada mesmo!
            Beijos

  6. Já está na minha wishlist de viagem! Mas apesar das fotos lindas com a neve, quero ir numa época menos fria rs!

  7. Thiago M.

    Olá, muito legal seu post Gabriela! Irei em lua de mel agora dia 30 de setembro! Meu Roteiro: Vilnius, Riga, Tallinn, Helsinki e Paris, 2 Dias em cada capital! Irei ler agora Seu post sobre os onibus entre as capitais Balticas!! =)))))

  8. maria lucia

    Gabi:
    As fotos de vocês nos Países Bálticos estão lindas!
    Fale um pouco como vocês se deslocaram entre os países Lituânia, Estônia e Letônia.
    Agradeço as dicas.
    Um forte abraço,

  9. oi!
    Depois de visitar a Rússia ( e me apaixonar) Lituânia, Estônia e Letônia, entraram em minha lista de viagens a fazer, para continuar entendendo e aprendendo sobre o que foi a era soviética e a cortina de ferro, época em que nasci e estudei tanto nas salas de aula.

    As fotos estão lindas e a paisagem, coberta de neve, uma delícia. Eu também adoro o frio, mas prefiro temperaturas mais próximas do zero. Quando peguei 15 negativos (sem neve) achei incômodo. No entanto é inegável que a cidade fica com uma aparência diferente e interessante. 🙂

    O texto me fez viajar junto. Por alguns minutos esqueci que estava no calor escaldante e me vi caminhando com vocês pela neve e entrando nos museus.

    Viagem ótima!

    beijos Ana

    • A Rússia estava nos planos da viagem de final de ano, mas como não coube no orçamento, resolvemos conhecer os 3 países bálticos e saímos encantados com o que vimos! Já tínhamos visto paisagens com neves antes, mas nada tão bonita como essa da Lituânia. Foi uma viagem fantástica!
      Sobre o frio, se for para pegar temperaturas tão baixas, é melhor com neve, né? rss
      Muito obrigada pela mensagem!
      Beijos

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