Pra lá de Marrakech: dicas úteis sobre essa fervilhante cidade marroquina

Marrakech é uma cidade fascinante, seja pela sua arquitetura árabe ou pela efervescência da cidade. Logo no desembarque no aeroporto já dá para sentir uma pequena distância do mundo ocidental que os brasileiros estão acostumados a ver, pois o número de mulheres usando véus vai aumentando e a arquitetura local vai se destacando.

No controle de imigração já é impossível tirar os olhos dos variados azulejos coloridos que ornamentam o local, dando um toque tipicamente marroquino, que está presente em outros pontos da cidade.

Documento que deve ser preenchido na entrada no país com informações em francês, inglês e árabe

Documento que deve ser preenchido na entrada no país com informações em francês, inglês e árabe

Seguem abaixo algumas dicas para quem deseja viajar para a cidade marroquina (saliento que os dados e valores são de 2008, quando estive no país).

Dica nº 1: Voos baratos da Europa para Marrocos

Para quem pretende viajar para a Europa, visitar Marrakech também pode ser uma ótima ideia. Além de não precisar de visto, existem voos de empresas low cost que partem de diversas capitais europeias. Os preços são realmente atrativos e muito diferentes do que estamos acostumados a pagar dentro do Brasil.

Quando estive em Marrakech, parti de Madri pela empresa Easyjet e paguei 79 euros por duas passagens de ida e duas de volta. Isso mesmo: algo em torno de R$ 240 o total das quatro passagens. Como isso já faz um tempinho, os preços podem variar bastante, mas não custa nada pesquisar nos sites das empresas que fazem esse trajeto.

No site oficial do Menara Airport Marrakech tem uma lista das empresas aéreas que voam para a cidade.

Ressalto que desembarquei no Menara Airport, ele estava sofrendo uma reforma. Hoje, de acordo com várias reportagens que encontrei na net, é um dos mais vistosos do mundo!

Dica nº 2: Ônibus Aeroporto – Centro

Saindo do aeroporto, pegue um ônibus que lhe levará até os principais pontos da cidade. No próprio aeroporto o segurança me avisou para não pegar táxi por causa dos riscos de ser enganada.

Seguindo a recomendação, peguei o ônibus que faz o trajeto aeroporto – centro da cidade. A passagem era barata, na época paguei 3 euros pelo ticket de ida e volta, com validade de duas semanas.

Esse trajeto até o centro da cidade foi marcante porque o motorista era muito simpático e assim, Fabrício, na ânsia de praticar o francês, bateu altos papos com o motorista sobre a cidade. Uma pena não termos pego o contato dele.

Shuttle Bus Marrakech Transport

O panfleto do ônibus Aeroporto – Centro e um dos ônibus da cidade (o que faz o transfer é desse estilo)

Dica nº 3: Não se comporte como se estivesse no Brasil

Marrocos é um país muçulmano que segue suas tradições. Nas ruas o mais comum é ver mulheres de véu e homens com roupas típicas.

Por ser um grande destino europeu, o país é bem aberto ao turismo e não existe a obrigação das turistas usarem véu. Isso não quer dizer que o turista, principalmente as mulheres, saiam pela cidade de shorts curtos e decotes, como andam no Brasil. Não que vá acontecer algo ruim. Mas vai chamar uma atenção desnecessária, algo a ser evitado.

Como fui no inverno, levei blusas de manga comprida e jeans levemente folgados. Detalhe que no inverno marroquino faz calor de dia e frio de noite. Então tive que comprar uma camisa de manga curta lá.

Apesar de ter usando roupas muito básicas eu me senti incomodada com as pessoas me olhando. Não tinham um lugar por onde os nativos não me olhassem sem o mínimo disfarce. Fabrício até pensou se não era o fato de eu ter o cabelo muito comprido e estar chamando a atenção por não usar o véu.

Tipico Marroquino na Avenue Mohammed VI

Um senhor com a típica roupa marroquina

Familia marroquina na Avenue Mohammed VI

Uma das poucas mulheres com o rosto coberto – grande parte das mulheres usa somente o véu

No final da viagem, dentro do ônibus de volta ao aeroporto, encontramos o mesmo motorista que nos levou no início da viagem e Fabrício perguntou o porquê de tantos olhares curiosos. O motorista só deu uma resposta: é porque vocês são bonitos!

Ele continuou a conversa dizendo que todos percebem que somos turistas não só pela forma que estávamos vestidos como também pelo fato de andarmos de mãos dadas. Disse que se não fôssemos turistas, a polícia poderia nos parar para perguntar porque estávamos de mãos dadas, já que os casais marroquinos não andam assim. Já tínhamos observado esse fato durante toda a viagem e, por isso, evitamos tirar fotos muito abraçados, bem como fazer gestos de carinho. Ou seja, se você viaja com seu parceiro(a) evite beijos e amassos em público. Isso não é bem visto no país e você não vai querer passar por uma situação constrangedora.

Dica nº 4: Leve um guia de bolso em francês

Francês e árabe são idiomas oficiais do país e durante todos os dias que passei em Marrakech só consegui me comunicar no hotel, onde os funcionários falavam inglês. Acreditem em mim: ao menos que você faça o passeio com algum guia, praticamente NINGUÉM fala inglês (pelo menos foi assim na época da nossa visita). Como não sou muito adepta a excursões dentro de uma cidade, tive que contar com meu intérprete Fabrício durante toda a viagem.

 Meu guia de bolso/intérprete/marido

Meu guia de bolso/intérprete/marido

Dica nº 5: Preste muita atenção quando atravessar as ruas

O trânsito de Marrakech é muito louco!!! Os carros não respeitam as faixas de pedestres, e quando eu falo que não respeitam, não é como no Brasil onde os motoristas não costumam parar nas faixas. Em Marrakech, mesmo que você coloque os pés na faixa, os motoristas não param e você tem que continuar atravessando porque os motoristas vão desviar de você. Sem falar que você pode estar andando no passeio e, de repente, ser ultrapassado (leia-se: quase atropelado) por motociclistas. Nada que, ainda que assustador, não coloque um tempero a mais no passeio.

No começo eu estava muito apreensiva em atravessar a rua, mas fui aprendendo com os nativos que tem que pisar na faixa e seguir em frente.

Rue El Adala Placa Pare

PARE!!!! (deve ser isso, né?)

Nas rótulas não existe preferência e os motoristas vão colocando seus carros do jeito que conseguem, tudo muito caótico e muito diferente de tudo que já vi. E olhe que eu nasci e vivi em Salvador-BA durante grande parte de minha vida, e o trânsito de Salvador é um dos piores do Brasil.

Dica nº 6: Se quiser comprar alguma coisa, pechinche

Os marroquinos são experts na arte de pechinchar e se você for comprar algo sem reclamar do preço, certamente pagará muito mais alto.

Para se ter uma ideia, perguntamos o preço das camisas de malha. O vendedor disse que cada uma custava 100 dirhans, ou seja, as duas camisas deveriam sair por 200 dirhans.

Lojas de Marrakech

Lojas e restaurantes na praça, uma típica loja marroquina e um mosaico na entrada do Centro Artesanal

Fabrício começou a falar que estava caro, o vendedor disse que poderia trocar as camisas pelo relógio ou pela máquina de fotografar. O vendedor queria fazer qualquer negócio e até ofereceu camelos e mulheres marroquinas por mim!

No final saímos com duas camisas que custaram 130 dirhans, economizando 70 dirhans.

Faça uma cotação online para saber quanto vale o dirhan.

Dica nº 7: Esteja pronto para o assédio 

Em vários pontos da cidade é comum ver pessoas querendo vender coisas ou serviços e nós, turistas, somos seus maiores alvos.

Você encontra desde mulheres querendo fazer tatuagens de henna, vendedores de souvenir, gente se oferecendo para ser guia, outros pedindo dinheiro por ter dado uma informação e até mesmo uns doidos jogando macaco em cima de você para conseguir uma grana.

Se estiver programando uma viagem para a cidade, vá se preparando para ser abordado o tempo todo. Isso faz parte da cultura local e, mesmo que não gostemos, essa é a forma de sobrevivência de muitos marroquinos. Basta não olhar muito, fazer um não com a cabeça e continuar andando, pois não tem como fugir do assédio.

Dica nº 8: Cuidado ao fotografar

Como qualquer outra cidade turística, é comum ver turistas tirando fotos em todos os cantos de Marrakech. A cidade, no geral, é segura e não nos sentimos ameaçados nas visitas aos pontos turísticos. Só em um momento ficamos apreensivos com alguns meninos nos informando para seguir uma direção, quando não tínhamos pedido nenhuma informação. Claro que em qualquer lugar do mundo nunca é demais ter cuidado com os pertences.

O cuidado que se deve ter ao fotografar não somente é com a máquina em si, mas com o quê está se fotografando. Como tudo é muito diferente é normal que queiramos tirar fotos de tudo, principalmente do exótico. É nessa que devemos ser discretos ao fotografarmos o que não for monumento histórico.

Na Praça Jemaa El Fna, um dos principais pontos da cidade, vimos um dos famosos encantadores de serpentes e resolvemos tirar uma foto. Nesse momento, um homem que estava por perto foi em nossa direção e nos forçou a deletar as fotos. Felizmente sobrou uma!

Em outro momento, vimos os vendedores de águas que, com suas roupas típicas, nos chamaram a atenção. Discretamente, Fabrício pediu para eu fingir que estava posando para a foto e ele aproximou o zoom da máquina para os vendedores de água. Não adiantou tanta técnica nossa, pois uma das figuras fez o famoso gesto do dinheiro com a mão. Nesse momento me dei conta de que o marroquino não tem nada de besta e nem o brasileiro é tão esperto.

Assedio no Marrocos

Fotos proibidas dos vendedores de água e do encantador de serpentes | Embaixo, o rapaz que jogou o macaco no colo de Fabrício e disse que queria tirar uma foto com ele – depois cobrou pela foto

Dica nº 9: Ande com papel higiênico, lenços umedecidos e álcool em gel

Antes de viajar para Marrakech, eu tinha visto na internet que era recomendado levar lenços umedecidos porque a higiene é assunto complicado no país. Comprei um pacote dos lenços e me senti preparada para a aventura.

Tudo estava muito tranquilo até eu precisar usar um banheiro público. Paguei os 50 centavos de dirham e entrei no banheiro. O que eu não sabia era que nesse banheiro não havia vaso sanitário, tampouco papel higiênico.

Passei quase um minuto olhando para o buraco no chão, que tinha uma moldura de porcelana branca com lugar para colocar os pés. Para completar, havia um balde cheio de água do lado que funcionava como a descarga. Confesso que não tive coragem de tocar naquele balde e nessa hora o lenço umedecido ajudou!

Medina é a parte antiga e pobre da cidade. Vimos esgoto a céu aberto nessa área. Entretanto, mostra bem o que é o Marrocos.

Medina é a parte antiga e pobre da cidade e vimos esgoto a céu aberto nessa área – mostra bem o que é o Marrocos

Nessa viagem aprendi que, para qualquer lugar do mundo, é sempre bom ter papel higiênico, lenços umedecidos e álcool em gel na bolsa. Até em países desenvolvidos já cansei de ver banheiros sem papel higiênico.

Sei que os homens que estão lendo esse texto podem não compreender essa necessidade toda de papel higiênico e lenços umedecidos, mas as mulheres entendem.

Dica nº 10: Não coma no McDonald’s

Como todos os turistas descolados, na dúvida sobre onde comer, sempre recorremos às famosas redes de fast-food. Nas pesquisas pré viagens li muitos posts dizendo para se ter cuidado com a água e comida na cidade por causa dos problemas sanitários que existem lá.

Então só comprei água mineral lacrada e resolvi comer na famosa rede norte-americana, pois a comida é basicamente a mesma no mundo todo.

Inicialmente achei o máximo ver a uma marca norte-americana escrita em árabe, mas depois acabei me acostumando quando vi também a Coca-cola, Pepsi, Danoninho, entre outros, escritos na língua local.

Place Du 16 Novembre McDonalds

Nunca mais!

Comemos na rede alguns dias até que, no último, aconteceu um fato que mudou a nossa maneira de ver a grande rede de fast-food. Quem presenciou toda a cena foi Fabrício, e por isso ele vai escrever aqui o porquê da nossa revolta:

“Nunca fui muito fã do McDonald’s, mas a depender da situação, apelava para ele, até mesmo pela questão do preço. 

Pois bem. Esta “apelação” acabou lá no Marrocos.

Estava eu esperando Gabriela voltar do banheiro do restaurante enquanto tentava entender um cartaz em francês. Era uma daqueles típicos cartazes no interior de qualquer McDonald’s do mundo e que dizia algo como “o garoto ‘fulano de tal’ agora tem um teto graças a sua ajuda ao comer o sanduíche ‘tal’, blá blá blá”.
 
Pensei: “Legal, estou entendendo bem francês!” E nada de Gabriela ainda.
 
Um garoto pobre de no máximo 9 anos, carregando uma caixa com donuts, circulava entre as cadeiras do restaurante do lado de fora, oferecendo seus doces para ganhar algum dinheiro. Até então, tudo ok.
 
Aí, para minha surpresa, um segurança do McDonald’s se aproxima dele, bate de cima para baixo na sua caixa (fazendo todos os donuts voar e cair no chão) e complementa dando um forte tapa na nuca do garoto, que também vai ao chão.
 
Eu fiquei pasmo, não sabia o que fazer, mas, como sempre, não poderia assistir àquilo quieto, nunca consegui. Infelizmente eu era praticamente o único assustado com aquela cena, todos os clientes do restaurante sentados do lado de fora simplesmente fizeram conta de que nada acontecera.
 
Fui até o menino, levantei ele do chão, e fui tirar satisfação com o segurança. Detalhe: não sei nada de árabe (com exceção de alguns palavrões, que até viriam a calhar naquele momento) e o francês que sei quase não saiu. Mas fui reclamar com ele, que me ignorou. Um marroquino também se aproximou, botou dedo na cara do segurança, disse um monte de coisa em árabe (nenhum dos palavrões que eu conhecia) e depois ainda veio me explicar que coisas deste tipo ainda aconteciam no país dele, infelizmente. 
 
Pois bem, não satisfeito, fui conversar com um policial que se encontrava perto. Ao explicar o acontecido, ele achou que o segurança tivesse me batido e se preocupou. Quando entendeu que eu me referia à criança, soltou um “ah… foi com o garoto”, como se dizendo “então não importa”.
 
Não posso dizer que não passei o resto do dia triste, chocado. Sei que o Marrocos ainda é um país com grandes desigualdades sociais e que coisas deste tipo são corriqueiras, sem falar que com os problemas que eles enfrentam de pobreza, etc, isso ainda não é considerado como algo a se preocuparem.
 
O pior, em minha opinião, ainda estava por vir.
 
Resolvi, naquela semana mesmo, procurar na internet por todos os emails possíveis do McDonald’s, principalmente os relacionados à publicidade da marca, pois queria relatar o ocorrido e ouvir o que eles tinham a falar, afinal, a agressão partiu de um segurança deles, do lado de fora do restaurante (ainda que entre as cadeiras dos clientes) e contra uma criança, em total contraste àquela publicidade que o McDonald’s faz mundo afora e que tomara minha atenção minutos antes do ocorrido.
 
Infelizmente, o McDonald’s nunca se deu ao trabalho de responder nenhum email de todos aqueles que enviei. Ressalto: mandei email para vários endereços eletrônicos dos EUA, em inglês, e nem uma única resposta.
 
Resultado: daquele dia em diante, passo fome se preciso, mas jamais retornarei àquele lixo. Sei que não faz muita diferença para a marca, mas não posso aceitar aquilo e não ouvir uma única palavra da rede.”
Por que visitar Marrakech?

Marrakech é uma cidade vibrante e é bem visível a desigualdade social que existe na cidade. De um lado, os grandes pontos turísticos estão na parte antiga da cidade, que é onde podemos ver a pobreza. Do outro lado, na área perto do hotel, tudo é muito urbanizado e moderno, com calçadas e avenidas largas, muitos canteiros floridos e palmeiras bem cuidadas.

Encontramos um dromedário no meio do caminho!

Encontramos um dromedário no meio do caminho!

Marrocos Marrakech

Visitar a cidade é uma possibilidade de conhecer uma cultura totalmente diferente da nossa e, de tão diferente, encanta. Tudo acaba ganhando um ar turístico, desde a arquitetura das casas, as roupas dos locais e até mesmo as placas. É uma experiência única viajar para um lugar onde você, ao menos que fale árabe, não consegue nem entender o que está escrito nas placas.

Marrakech Marrocos

A praça Jemaa El Fna é uma das grandes atrações da cidade, onde tem um pouco de tudo:

– mulheres se oferecendo para fazer tatuagens com henna nas minhas mãos
– encantadores deserpentes
– pessoas com macacos para cobrar pela foto tirada com o animal (“arremessadores de macacos nos ombros alheios!)
– vendedores de água
– vendedores de tudo
– escambo
– barraquinhas de comidas típicas
– lojinhas que vendem de tudo

Perto da famosa praça está situada a Koutoubia, maior e mais importante mesquita de Marrakech, que pode ser vista de vários pontos da cidade. Um pouco mais distante está localizado o Théâtre  Royal, outro ponto turístico de destaque com sua arquitetura local e ambiente bem preservado. Mais distante do centro, perto do aeroporto, está o La Ménara, um grande parque com um imenso largo artificial, cheio de turistas.

Marrakech

La Ménara, Théâtre Royal, Praça Jemaa El Fna e La Koutoubia

Ficamos hospedados no hotel Ibis Moussafir Marrakech Centre Gare, que é muito bem localizado, na parte moderna da cidade, e tem uma decoração típica marroquina e um café da manhã é muito bom, o melhor dos Ibis que já me hospedei (tem suco de laranja da fruta, danoninho, pães maravilhosos, queijo polenguinho, etc). Na época, estava em construção uma estação de trem atrás do hotel. Fotos atuais mostram que ela ficou muito bonita.

* A palavra Marrakech está escrita em inglês porque foi a forma que mais vi. Entretanto, em português se escreve Marraquexe.

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18 Comentários

  1. maria lucia

    Ótimo post!

  2. ☺️desaltonaestrada

    Amei as dicas! Super detalhadas e importância fundamental! Top!

  3. Gabriela Moniz

    Olá Nadijaira! Tudo bem? Sim, estive em Marrakech em 2008. Naquela época, a recomendação era para tomar cuidado com os locais onde fosse comer por causa de algumas doenças que ainda não estavam erradicadas no país. Também já estive em outros países com vaso sanitário no chão e sei que isso aida é estranho para nós brasileiros (independentemente de onde eu viaje, sempre tenho um pouco de papel higiênico na bolsa e lembro que em Marrakech não havia papel higiênico no banheiro). Já comi comida marroquina e achei maravilhosa, só não comi as das barraquinhas da praça por recomendação de pessoas que estiveram lá na época e porque eu passei poucos dias na cidade e fiquei preocupada em ter indisposição estomacal. Como só conheço Marrakech, só posso falar do que vivenciei lá. Vi mulheres vestidas "normalmente", mas não vi ninguém com roupas ousadas (pode ter sido por causa da estação). Me senti muito incomodada com a forma que me olhavam, muitos paravam para olhar pra gente, mesmo tendo muitos turistas europeus por lá. Essas foram as minhas experiências na cidade (sem aumentar nem diminuir fatos) e gostei de saber que você conheceu uma Marrakech diferente 😉 Pretendo ainda explorar mais o Marrocos. Você tem mais dicas? Abraços

  4. nadijaira ferreira

    Olá, essa sua viagem foi em 2008? Pq muitas coisas são bem diferentes do que estou acostumada ver e fazer lá, por exemplo: Sempre como na praça Jemaa El Fna e outros restaurantes "normais", claro q a deve ser a água mineral como no Brasil, sendo certo q a culinária de marrocos é reconhecida como as melhores do mundo, ir lá e não comer é uma lástima, olha conheço todo o país e não é precária a limpeza, o fato do vaso ser no chão n me causa estranheza, pq tem tb em outros países e usei muito viajando de carro por lá, inclusive as estradas são ótimas, nem mesmo quanto a roupa, as turistas n tem o q se preocupar, já estive no verão e ando normal, só em lugares como visitas ao museus e mossoléus como do rei Hassam em casablanca, entrei de echarp, como sempre uso, muitas mulheres de lá usam roupas tão ousadas como a nossas, na noite são muito liberais, só chato mesmo são assédios de vendedor, trânsito confuso, onde tem muito movimento de turismo como a pç Jemaa El Fna, mas organizado e mais limpo q aqui no Brasil, pelo menos não vemos favelas, tem casas de menos favorecidos, mas n é algo q choque e ainda assim ao estilo cultural deles..

  5. Gabriela Moniz

    Olá Lucio!
    Você vai se hospedar bem no coração de Marrakech! Indico muito um passeio pela Jemaa El Fna durante a noite. A praça fica lotada de locais e turistas e é muito animada. Existe um passeio pela Cordilheira do Atlas, que eu não fiz, mas ouvi dizer que é muito bonito.

  6. Muito bom o post e as dicas. Estou indo pra lá em dezembro para o Mundial de Clubes da Fifa e ficarei uma semana. Ficarei hospedado na Medina, teria alguma dica em especial pra quem ficará lá?

  7. Gabriela Moniz

    Obrigada pela força Patrícia!
    Vamos manter o contato e trocar informações sobre o que mais gostamos de fazer – que é viajar! Vou adicionar seu blog na minha listinha para sempre acompanhar!
    Abraços

  8. Patricia - Turomaquia

    Ótimas dicas! Vou dar uma navegada nos demais posts.
    Um abraço

  9. Gabriela Moniz

    Obrigada mais uma vez =)
    Toda semana tem um post diferente e já estou preparando o dessa!

  10. Trabalhos bons tem que ser Reconhecidos ;).. to compartilhando com toda familia já. Meus pais que adoram viajar, adoraram seu blog. bjo

  11. Gabriela Moniz

    Obrigada!

  12. Gabriela Moniz

    Fico feliz em saber que está gostando, daani!
    Muito obrigada =)

  13. Gabi tô adorando seu blog. Muitas informações que com certeza irão ser levadas em conta na hora de viajar e ainda que para aqueles que não possam ir ao pais por N motivos, vc já deu uma pincelada de tudo o que acontece lá. Gostei mesmo. Parabéns !

  14. Anônimo

    Show de bola esse blog!!!!!!!!!

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