Vale a pena visitar o Azerbaijão?

Há mais ou menos dois meses, uma conhecida, que estava querendo saber se eu tinha dicas de Miami, me fez a seguinte pergunta: “O que você foi fazer no Azerbaijão?”. Prontamente eu a perguntei: “O que você vai fazer em Miami?”.

Esse exemplo é só para ilustrar que cada pessoa tem uma visão diferente do mundo. Não que eu não ache que Miami deva ser uma cidade interessante (muito pelo contrário!), mas precisei fazer aquela indagação para forçar um pouco da reflexão de que o mundo não se resume a A ou B e que o “diferente” também pode ser muito mais interessante do que podemos imaginar!

Conhecer uma cultura diferente sempre é válido, seja ela qual for. Não importa se o próximo destino é Estados Unidos, França, Bogotá ou Pequim. O importante é o que podemos aprender com o modo de viver de um povo, a conversa com um local, o sabor da comida típica, etc… Isso tudo pode ser tão enriquecedor!

Nosso amigo Ibrahim foi um grande anfitrião em Baku!

Nosso amigo Ibrahim foi um grande anfitrião em Baku!

Recentemente, publicando o post com as dicas de como tirar o visto para o Azerbaijão, uma participante da comunidade fez um comentário parecendo que eu tinha cometido a maior loucura do mundo em divulgar aquela postagem. Cheguei até a pensar se a pessoa não estava confundindo os países, achando que o Azerbaijão está passando por  uma guerra (como na Síria). Sinceramente não sei….

Respeito todas as opiniões, mas não sei qual o problema em visitar o Azerbaijão

Respeito todas as opiniões, mas não sei qual o problema em visitar o Azerbaijão

Eu nunca havia pensado em ir ao Azerbaijão até julho de 2013 quando, procurando voos low cost partindo de Budapeste, Baku apareceu na lista. Lembro que eu perguntei a Fabrício: onde fica Baku? Ele prontamente respondeu: é a capital do Azerbaijão! Sou boa em geografia, mas bater Fabrício é para poucos!!!

Quando ainda estávamos programando a viagem, eu só via as pessoas fazendo aquela cara de “o quê??????” todas as vezes que comentávamos nossa ideia de explorar terras desconhecidas pelos nosso amigos e parentes. Minha mãe foi a primeira a “reprovar” a ideia, perguntando o que eu queria fazer lá, que era melhor eu conhecer países como a Dinamarca, eis que hipoteticamente são mais bonitos, etc…

Meu irmão disse para eu tomar cuidado com terrorismo já que Azerbaijão termina com “ão” e não é Japão. Esses foram alguns exemplos das coisas que ouvi. No fundo, acho que estavam confundindo Azerbaijão com o Afeganistão (que por sinal é outro país que queremos conhecer!).

Hoje estava imaginando que se há 16 anos atrás eu dissesse que estaria indo a Dubai as pessoas também fariam cara de indignadas, afinal ninguém ouvia falar desse destino que hoje em dia é tão desejado.

Baku é uma cidade ainda dividida entre a riqueza e a pobreza, mas é uma pobreza diferente da que estamos acostumados a ver no Brasil. Não há pedintes nem favelas e, aparentemente, todos os cidadãos tiveram acesso à educação. Talvez, para eles, esse meu conceito de pobreza não seja bem o deles.

Grifes de luxo no centro de Baku

Grifes de luxo no centro de Baku

Situação precária nos arredores da cidade

Situação precária nos arredores da cidade

O petróleo é o que movimenta a economia do país e o turismo ainda não é o foco, mas talvez seja questão de tempo para o Azerbaijão ter mais visibilidade para essa área.

Percebemos que vários lugares históricos estão recebendo assistência financeira da Unesco, o que ajuda a preservar a cultura local. Quando visitamos o Atashgah Fire Temple (o templo Zoroastro) vimos um funcionário da Unesco aparentando estar fazendo uma visita técnica ao local.

Uma situação inusitada aconteceu no dia em que fomos visitar o Carpet Museum (museu do tapete). Quando chegamos ao museu, fomos procurar onde era a entrada, até que vimos algumas pessoas do lado de dentro. Paramos para perguntar onde poderíamos comprar os ingressos, só que uma senhora nos fez uma pergunta do outro lado da porta de vidro que soava algo parecido com a palavra “turista”. Na nossa cabeça ela havia perguntado se éramos turistas. Respondemos com um sinal positivo com as mãos. Achamos até estranho, afinal, ela estaria perguntando se éramos turistas em alguma língua latina?? Pouco provável naquela parte do mundo.

Rapidamente a senhora chamou o segurança para a abrir a porta e aí veio uma pergunta bem diferente da que imaginávamos ter ouvido “Vocês são da Unesco?”.

Ela chamou uma pessoa que falava inglês e aí foi que soubemos que o museu estava fechado e que seria inaugurado apenas em março de 2014. Ainda era dezembro e chegamos à seguinte conclusão: “nada de museu”. A moça simpática perguntou de onde éramos e vimos sorriso e surpresa nos olhos deles com a nossa resposta.

Começaram a conversar no idioma deles e houve um movimento de pessoas andando pra lá, outras pra cá, até que o gerente do museu, com uma cara de poucos amigos, falou pra gente: “Só porque vocês são brasileiros!”. Sim, era isso mesmo! Poderíamos conhecer o museu antes de sua inauguração porque somos do Brasil!

A guia simpática então nos levou para percorrer o museu e foi explicando em inglês cada uma das peças do acervo, com todos os detalhes possíveis. Ou seja, fizemos um tour VIP com guia personalizado!

O maior tapete do museu

O maior tapete do museu

Nossa guia falava inglês muito bem

Nossa guia falava inglês muito bem

Mas não foi só no museu que as pessoas foram prestativas. Em muitos lugares sempre tinha alguém disposto a ajudar, mesmo sem falarmos o mesmo idioma! Em um dos dias na cidade nos perdemos e enquanto procurávamos uma rua um rapaz tentou nos ajudou mesmo sem falar uma palavra de inglês. Quando percebeu que as mímicas não estavam adiantando, ele resolveu pegar o celular e ligou para um conhecido que sabia inglês para traduzir o que estávamos querendo.

E não parou por aí! Fomos ajudados por pessoas na estação de metrô, nas ruas e até carona nos deram – em todos esses casos as pessoas não falavam inglês! A prestatividade do povo de Baku realmente nos impressionou e nos fez concluir que, até o momento, são o povo mais simpático do mundo! (dentre todos os países que conhecemos).

O simpático vendedor de especiarias

O simpático vendedor de especiarias

Batemos um papo muito interessante com o dono dessa loja que até nos convidou para tomar chá

Batemos um papo muito interessante com o dono dessa loja que até nos convidou para tomar chá

A cultura totalmente diferente da nossa também é um grande diferencial! No centro histórico, pudemos ver construções muito antigas que remontam à época do Império Persa, e em outras partes, vimos conjuntos de prédios ao estilo comunista, o que demonstra o quanto esse período foi marcante no país.

A culinária do Azerbaijão é muito interessante! Encontramos conhecidos como McDonald’s e KFC, porém a grande descoberta de sabores foi a convite de nosso amigo Ibrahim (que aparece na primeira foto desse post). Ele nos levou a um café para experimentar o doce típico recheado de nozes.

Pakhlava é o doce com a noz em cima

Pakhlava é o doce com a noz em cima

Como as surpresas foram muitas, quando estávamos sentados comendo os doces começa a tocar uma música na rádio. E adivinhem qual era????????

Tivemos o prazer de almoçar a comida típica do país também a convite de nosso amigo! Ele nos levou a um restaurante um pouco diferente (havia um lugar fechado com uma mesa, parecendo um quarto, separado de outras pessoas). Primeiro foram servidas as entradas: pão, molhos e queijo.

As entradas: pão, molho de tomate, molho azedo e queijo

As entradas: pão, molho de tomate, molho azedo e queijo

Depois veio o prato principal, uma massa bem fina (lembra massa de lasanha) com carne moída, azeite de oliva, molho de iogurte, alho e cebola bem fina. Simplesmente DELICIOSO!!!!!

Khangal é uma delícia!

Khangal é uma delícia!

Andamos por um Bazar e tivemos a oportunidade de conhecer frutas e verduras locais. Saímos com um saco com alguns tipos de frutas diferentes. A essa altura a nossa viagem estava se tornando uma aventura gastronômica!

Para quem gosta de romã

Para quem gosta de romã

Vai uma fruta seca?

Vai uma fruta seca?

Posso afirmar que a nossa passagem por Baku foi completa, pois pudemos conhecer os principais pontos turísticos e os não turísticos, conversamos com nativos, experimentamos novos sabores e ainda conhecemos um museu antes de sua inauguração! Foi uma experiência incrível que com certeza ficará para sempre marcada em nossas memórias!

Ainda preciso dizer se vale a pena conhecer o Azerbaijão?????????

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30 Comentários

  1. Luiz Marcelino

    Legal o seu roteiro e experiencia, tambem adoro destinos pouco conhecidos , ha tres semanas voltei de férias na Turquia , alem do circuito trivial, estive também no pouco visitado leste do país , em Kars onde visitei as ruínas de Ani e o espetacular Lago Çildir , também estive em Dogubayazit perto da fronteira com o Irã e em Adiyaman onde subimos no monte Nemrut ,, região fantástica conhecida localmente como Curdistão Turco .Atualmente estou estudando 3 paises: Georgia, Armenia e Azerbaijão, para setembro do ano que vem.

  2. leonardo

    Namorei uma menina da Georgia e posso dizer que ela é a melhor pessoa que conheci, depois conheci a familia dela e sou apaixonado por todos ate hoje. por ser um país vizinho acho que deve ser da regiao a prestatividade e simpatia.

  3. Edson

    Gostei, pretendo conhecer, ainda mais agora que vocês deram boas referências

  4. Lucia

    Gabriela estamos eu e familiares vendo Fórmula Um e nos despertou a curiosidade sobre Azerbaijão
    Que surpresa encontrar seu blog!!!
    Adoramos e estamos pensando conhecer Voaltarei ao seu post
    Abraços

  5. Rita

    Olá Gabriela,
    Liguei a TV e estava passando o grande prêmio de F1 de Baku. Logo, nas primeiras imagens fiquei impressionada com a cidade e vim direto pesquisar sobre. Então, tive a grata surpresa de encontrar suas dicas. Gostei muito e obrigada por compartilhar experiências tão saudáveis e motivantes, em dias de tanta coisa negativa no nosso país. Vou visitar o seu blog. Forte abraço 🙂

    • Olá, Rita! Tudo bem? Você não imagina a felicidade que estou sentindo em ver Baku brilhando nas telas da TV! Quando estivemos lá, ninguém falava ou sabia algo sobre o Azerbaijão. É um dos países que mais gostamos no mundo, com uma população muito hospitaleira.
      Muito obrigada pela mensagem 😉

  6. Sempre tive muito interesse em Baku no entanto como encontrar alguém que já tivesse ido lá? Até que…
    Dai, aqui vai uma saraivada de perguntas:
    Do Brasil para lá qual é o melhor roteiro?
    Onde pegar visto no Brasil? Tem consulado em São Paulo, por exemplo?
    Qual o valor da passagem? A cidade é cara?
    Qual a melhor época do ano?
    A cidade tem cara de cidade muçulmana?

    Obrigado

    • Olá, Raissa! Tudo bem?
      Nós fomos para o Leste Europeu primeiro e depois pegamos um voo de Budapeste para Baku.
      Pegamos o visto em Brasília (temos um post específico contando todos os detalhes).
      A passagem saindo de Budapeste não era cara. Na época, acho que paguei 90 euros ida e volta.
      A cidade não tem cara de muçulmana não.

  7. Oi Gabriela!
    Primeiro quero dizer que seu texto está bárbaro! Foi fácil viajar com você.
    Segundo, obrigada por compartilhar. Nunca tinha pensado em viajar para o Azerbaijão até ler este texto. Eu gosto de viajar, de conhecer novas culturas e você despertou a minha curiosidade. Entrou na minha wishlist com certeza.
    Ana

    • Olá, Analuiza! Tudo bem?
      O Azerbaijão foi uma adorável supresa – daquelas que ninguém espera, sabe?
      Muito obrigada pela mensagem. Fico feliz em saber que colocou o destino na sua wishlist 😉

  8. Arcanjo

    Olá Gabriela, tudo bem? Diante do cenário tenebroso do Smiles, resolvi torrar minhas milhas antes do dia 20/11 e descolei uma viagem para Azerbaijão, Geórgia e Armênia voando Qatar agora em abril de 2016. Estou com a ideia de passar três dias inteiros em Baku, o que achas? Li por aí que também tem um passeio até um vulcão de lama e uma montanha com fogo no chão (vi que vocês foram nessa), mas não me pareceu assim tão interessante… sabes dizer se tem algum outro passeio interessante ? A propósito, vi que a cidade de Baku voltou a aparecer no site da Wizzair, por isso acho que talvez se trate de uma rota sazonal. Abraço.

    • Olá Arcanjo! Tudo ótimo!
      Esses programas de milhagem estão cada vez piores, né? O que você acha que mais piorou?
      Sobre Baku, é possível ver tudo tranquilamente em 3 dias (acho uma boa separar 3 dias para a cidade e arredores).Fomos no monte da chama do fogo eterno (Yanar Dag), mas achei sem muito atrativo, pois a infraestrutura para o turismo é um pouco deficiente. Há vários passeios nos arredores que parecem ser legais (inclusive uma estação de ski), mas que não tivemos tempo de fazer.
      O que mais gostamos em Baku foi de andar pela orla da cidade (parte moderna).É uma cidade surpreendente!
      Na semana passada comprei uma passagem pela Wizz e vi que Baku voltou a ser um destino da cia.(cuidado só com as malas, pois lembro que era bem caro despachar mala e acabamos deixando as nossas na casa de uma amigo em Budapeste e viajamos somente com mala de mão).
      Procure saber direitinho como fazer para se deslocar entre os países, pois pelo que sei o Azerbaijão e a Armênia não são tão amigos. E tem também a questão do visto, que na fronteira parece ser meio complicado.
      Boa sorte no planejamento da viagem! Estamos aqui para o que precisar 😉
      Abraços

      • Arcanjo

        Olá Gabriela.
        Sem dúvidas o Smiles foi o que mais piorou. Como senão bastasse a inflação nas milhas, também acabaram com o stopover…

        Bom saber que três dias em Baku são suficientes. Sobre esses passeios nos arredores, além da estação de ski, que não vai rolar para mim mesmo que eu quisesse, já que vou em abril, lembras de algum outro interessante?

        Vocês gostaram da região do hotel em que ficaram hospedados?

        Com relação à Wizzair, já voei umas três vezes nela e em todas as vezes teve um probleminha ou outro, geralmente de voo atrasado. Lembro até que uma vez fui reclamar ao pessoal do aeroporto em Vilnius e eles falaram em off que a empresa vivia dando dor de cabeça naquele aeroporto.

        Pelo que eu andei lendo por aí, parece que quem tiver visto ou carimbo da Armênia não entra no Azerbaijão. Por isso, vou chegar pelo Azerbaijão, pegar depois um trem para a Geórgia e depois ir para a Armênia, voltando de lá para o Brasil. O visto do Azerbaijão vou fazer online e o da Armênia talvez retire na fronteira mesmo, ainda estou analisando.

        Obrigado pelas respostas.

        Abraço.

        • Olá!
          Ouvi falar do Quobustan Petroglyph Reserve, que é um sítio com pinturas rupestres, mas que não conhecemos.
          Nós ficamos hospedados na casa de uma amigo em Baku, mas veja os hotéis perto do Boulevard, Nizami Street e Old City, que são as regiões mais centrais.
          Viajamos com a Wizz umas 4 vezes e nunca tivemos problemas, nem com atrasos. Agora vamos voar nela partindo justamente do aeroporto de Vilnius 😐
          Abraços!

  9. Alessandro Mayer

    Oi Gabriela,
    Adorei o post sobre Baku, minha esposa e eu provavelmente iremos no proximo mes com alguns amigos de Tbilisi, Georgia, nosso proposito e de pesquisar se a cidade receberia bem um restaurante tipico brasileiro. O que acham? E provavel que tenhamos que morar la um tempo, mas confesso que me assustou o fato de que o Ingles nao e falado da forma como desejamos. Mas o que voce acha? E parabens pelo site.

  10. Luanna Assunção

    Olá Gabriela, estou planejando uma viagem à Baku para o próximo ano, quando concluir a faculdade. Adorei suas publicações sobre o Azerbaijão, com certeza me ajudarão bastante. Fiz um amigo pelo periscope e nos falamos já faz um tempo.. Será uma grande aventura ir para um país distante e que o inglês não é fluente, mas tenho certeza que o Google tradutor vai ajudar muito hahahaha. Muito obrigada pelas dicas. Um beijo

  11. Sandra Mota

    Adorei suas dicas e comentários sobre Baku. Também caí na sua página porque estou procurando informações sobre o visto.
    Meu marido e eu adoramos viajar e, desde que casamos (11 anos) todo ano fazemos uma viagem para Europa. Mesmo enquanto conhecíamos o circuito turístico, Paris, Londres, Italia, Alemanha, Espanha e Portugal, sem colocávamos no roteiro um país pouco explorado. Conclusão: se transformaram nos nossos roteiros preferidos, agora para cada cidade ou país conhecido, três são diferentes.
    Por isso queria te dar uma dica. Meu marido conhece o mapa da Europa de cor e há tempos tentava me convencer ir irmos para Letônia, Estônia e Lithuania.
    Fomos pra lá em dezembro passado, e ainda para Polônia, que inclusive nos impressionou muito.
    Porêm os países Balticos são maravilhosos e um dos lugares mais baratos que já fomos. Para vc ter uma idéia, pela primeira vez pagamos o free shopping em cash, acredita? As passagens para lá são muito baratas. Vale a pena mesmo!
    Bem agora vou tentar tirar o visto para Baku e alguns outros países “deferentes” para nosso roteiro de 2016.
    Forte abraço.

    • Olá, Sandra! Tudo bem?
      Letônia, Estônia e Lituânia estão nos meus planos há muito tempo (desde 1998 que eu digo que gostaria de conhecer esses países rss). Como viajamos aproveitando as oportunidades que aparecem, ainda não conseguimos visitá-los, mas agora estamos realmente nos planejando para ir para o lado de lá! Estivemos na leste Europeu em 2013 e ficamos encantados com tudo o que vimos, inclusive com a Polônia!
      Azerbaijão é um país incrível e acredito que vocês irão gostar muito! Depois nos conte como foi a viagem ao Azerbaijão.
      Muito obrigada pela mensagem e pela dica 😉 Faremos duas grandes viagens esse ano (em outubro e em dezembro) e vamos incluir países diferentes novamente!
      Abraços

  12. Olá Letícia, tudo bem?
    Estou super feliz em saber que você está gostando do blog!!! 🙂 Tenho conhecido muitas pessoas nas redes sociais que têm gostos parecidos com o meu (de ir a lugares "exóticos") e vi que não estou sou anormal rsss
    Sou louca para conhecer a Turquia e não devo demorar muito para realizar esse sonho. Vou querer dicas, viu?
    Sobre o visto para o Azerbaijão, é bem menos trabalhoso se você fizer por uma agência credenciada pois é um visto eletrônico.
    Abraços

  13. Oi, Gabriela.
    Estive pesquisando sobre turismo ao Azerbaijão e 'caí' aqui no seu blog. Muito bom, já que temos poucas informações sobre o país em português. Tenho muuuuita vontade de conhecer o Azerbaijão, até porque já estive na Turquia por 3 vezes e as relações entre os 2 países são muito próximas (sem contar os voos diretos de Istambul a Baku! 😉 ). O idioma azeri é 'irmão' do turco, como vc deve ter ouvido falar… Falo um pouco de turco, acho que pode ajudar um pouquiiiinho, né?
    Igualmente sou fascinada por países que não se encaixam nos roteiros comuns. A primeira vez que fui à Turquia, em 2006, também ouvi 'pérolas' desse tipo: "O que vc vai fazer lá?", "Por que não vai pro Iraque então?" e outras coisas do gênero.
    Li o seu post aqui sobre como obter o visto para o Azerbaijão, achei um pouco trabalhoso, mas mais tarde, quem sabe? Até conheço uma pessoa que mora lá, mas ela não pareceu muito disposta em me ajudar, vai saber…
    Gostei muito do seu blog e já estou curtindo a página do Facebook.
    Abraços,
    Leticia – Porto Alegre/RS

  14. Lua,
    Esses lugares "diferentes" me atraem mais que os destinos comuns. Acho muita injustiça do povo falar mal do que não conhece e por isso fiz questão de destacar o Azerbaijão no blog. Até o ano passado, o único lugar meio "exótico"que eu conhecia era Marrakech e agora em diante pretendo fazer mais viagens para "terras pouco exploradas pelos brasileiros"!!!
    Obrigada 😉

  15. Nossa Gabriela, deve ter sido muito enriquecedor mesmo! Também gosto muito de lugares fora do roteiro comum. Sempre que posso, faço uma viagem a um lugar conhecido e a próxima um outro menos conhecido ou frequentado. Parabéns pela iniciativa, contigo estou conhecendo lugares que nem pensava existir.

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