Acre: conhecendo a capital Rio Branco

Quando falamos que iríamos fazer turismo no Acre, boa parte dos nossos amigos e familiares que não moram no norte do país fez aquela cara de: “O que você vai fazer lá?”.

Para as pessoas que vivem em outras regiões brasileiras, o Acre é exótico e um tanto distante para gastar fortunas em passagens aéreas para conhecê-lo.

Já os nossos amigos de Rondônia (estado onde residíamos na época) acharam a coisa mais normal ir ali em Rio Branco, afinal, quase todo mundo que conheço em Porto Velho já passou por lá.

Aproveitando uma promoção de passagens aéreas, finalmente fomos conhecer Rio Branco, a 22ª capital brasileira que visitamos. Só para constar, o Projeto 101 Países tem como meta também conhecer todas as capitais do nosso país. Falta pouco!

A capital do Acre foi uma surpresa extremamente agradável: uma cidade bem urbanizada, muito verde, com uma população simpática e hospitaleira, e com uma história riquíssima, pouco conhecida por muitos brasileiros, mas na mira dos gringos. Tanto que não encontramos aqueles folhetos turísticos em português, apenas em inglês e espanhol.

Qual o motivo dos gringos quererem ir ao Acre?

Floresta Amazônica: o Acre está localizado dentro da Amazônia, sendo que 88% do estado permanecem cobertos por floresta.

Caminho para o pacífico: você pode até não saber, mas o estado faz fronteira com o Peru (sim, muita gente sai de carro de Rondônia e do Acre de carro para conhecer Machu Picchu) e essa estrada é chamada de “Estrada do Pacífico”ou “Rodovia Interoceânica”, sendo a única que liga o Brasil ao Oceano Pacífico. Nós fizemos essa viagem e adoramos!

Sítios arqueológicos: já foram catalogados cerca de 300 geoglifos, que são aquelas imensas figuras geométricas no solo que ninguém sabe ao certo quem fez, mas sabe que a coisa é bem antiga e intrigante. Por isso, a região é chamada de a “Nazca brasileira”, sendo necessário estar a mais de 80 metros de altura, em um voo de balão ou avião, para ver um geoglifo. Por falta de tempo, infelizmente não conseguimos fazer o passeio para ver o geoglifos. Tá aí um grande motivo para voltar 😉

Algumas informações básicas:

O aeroporto de Rio Branco é distante do centro da cidade (20km) e por isso a corrida de táxi é bem salgada (R$ 120 – valor em maio de 2016).  Por sorte, o hotel onde ficamos hospedados oferecia o serviço de transfer por R$40 por pessoa. Assim, conseguimos fazer uma boa economia, tanto na ida quanto na volta.

Alugar um carro pode ser uma boa ideia, não só pelos deslocamentos do/para o aeroporto, mas também dentro da cidade, já que há algumas atrações turísticas um pouco mais distantes.

O fuso horário do Acre é diferente do de outros estados do Brasil; são 2 horas a menos que o horário de Brasília! Isso que dizer que, se você precisar ligar para alguém que está no Acre, faça os cálculos antes para não acordar a pessoa de madrugada rss. Ah, e se for na época do horário de verão, a diferença é de 3 horas!!

Vamos ver o que a capital do Acre tem?

O Palácio Rio Branco é a sede do governo acreano, utilizado apenas em eventos especiais. Construído na década de 30, o prédio hoje é um museu MUITO interessante, onde aprendemos sobre vários períodos da história do estado.

Palacio Rio Branco Acre

A fachada do Palácio Rio Branco

Sabia que, até 1903, o Acre não fazia parte do Brasil? O estado foi disputado entre Brasil, Bolívia e Peru durante o período conhecido como a Revolução Acreana – 1899 e 1903 – quando o Acre fez parte da Bolívia, em um período, e foi considerado um território autônomo em outro período.

Depois de muita briga, finalmente foi assinado o Tratado de Petrópolis no ano de 1903, através do qual a Bolívia cedeu o território ao Brasil, sendo o Acre anexado ao nosso país. O Acre permaneceu na condição de território federal até 1962, quando alcançou a categoria de estado brasileiro.

Mas a história do Acre ainda vai além: passa pelos seus povos indígenas (existem 16 etnias diferentes) e é palco do maior número de mortes de soldados durante a Segunda Guerra Mundial, onde milhares soldados da borracha perderam suas vidas na floresta, número bem maior do que os soldados mortos que foram lutar na Europa durante o mesmo período. Entre 1943 e 1945, os jovens brasileiros obrigados a alistar-se no exército tinham apenas duas opções: extrair borracha na Amazônia ou ir para a Itália lutar na guerra. O que você escolheria?

Nordestinos em sua maioria, esses soldados tinham a promessa de que iriam trabalhar na extração da borracha e que depois retornariam às suas terras de origem. Conversa para boi dormir! Os que sobreviveram à malária e outras doenças tropicais não tiveram suporte algum do governo. Finalmente, em 2014, o governo brasileiro aprovou a concessão de indenização no valor de 25 mil reais, pago em parcela única, aos soldados sobreviventes.

Dentro do Palacio Rio Branco

Acervo do Palácio Rio Branco – no sentido horário: o lustre na entrada; os poucos azulejos originais (trazidos de Portugal); a primeira bandeira do Acre e artefatos indígenas

E você acha que a história do Acre acaba por aí? Essa terra repleta de seringueiras foi motivo de brigas e mortes entre fazendeiros que queriam desmatar para a pecuária e os seringueiros que necessitavam manter as árvores para tirar sua subsistência. Homens, mulheres, crianças e idosos se uniram para impedir o desmatamento, em uma manifestação de ativismo político conhecida como empate, liderada, dentre outros, pelo conhecido ambientalista Chico Mendes.

Tivemos essa grande aula de história durante o passeio guiado com João Brito, um simpático funcionário do museu que nos explicava vários detalhes da história do Acre. A visita é gratuita!

O centrinho histórico de Rio Branco fica na parte da cidade onde está localizado o Novo Mercado Velho, a Ponte Estaiada e a Gameleira.

Praça da bandeira e o novo mercado velho – nos finais de semana, há várias barraquinhas nessa praça

Construído em 1929, o antigo mercado municipal foi considerado uma das principais construções de alvenaria na época. Passou a ser chamado de novo mercado velho depois da grande revitalização em 2002.

Local turístico, onde encontramos um pouco do artesanato local e comida típica, o mercado é bem pequenininho e não toma muito o tempo durante a visita.

Novo Mercado Velho Rio Branco

Estátuas de bronze na frente do mercado

Mercado Velho Rio Branco

O mercado visto por fora e por dentro

De sexta a domingo há várias barraquinhas montadas na praça que fica na frente do marcado. Vimos desde artesanato até comidas típicas.

Resolvemos experimentar a comida em uma das barracas da praça e adoramos o que pedimos. Comemos picanha na manteiga na barraca de Cristina – Sabores da Amazônia. Comida boa e precinho camarada!

Para atravessar o Rio Acre e chegar até a Gameleira, caminhamos pela Passarela Joaquim Macedo, uma ponte estaiada exclusiva para pedestres.

Ponte Estaiada Rio Branco

A passarela por cima do Rio Acre

Rio Branco Ponte Estaiada

Indo de um lado ao outro

Uma das localidades mais animadas durante a noite é a área ao lado do novo mercado velho, cheia de casarões coloridos onde funcionam bares e restaurantes que ficam cheios de turistas e locais.

Centro Historico Rio Branco Visto da Ponte

Restaurantes que ficam do lado do novo mercado velho vistos da passarela

Atravessando a passarela, chegamos ao calçadão da Gameleira, o centro histórico mais antigo de Rio Branco, com casarios da época do auge da exploração da borracha. Embora seja de grande importância histórica, não vimos muito o que fazer por lá, pois todas as casas estavam fechadas e não havia nem movimentação de pedestres.

Gameleira Rio Branco

Casarões antigos da Gameleira

Estatua Juvenal Antunes Rio Branco

Estátua do poeta Juvenal Antunes, um dos hóspedes ilustres do Hotel Madri (que funcionava neste casarão)

Ponte Rio Branco Acre

A passarela vista do lado onde está a Gameleira

Rio Branco é uma cidade que consegue manter uma boa relação do homem com a natureza. Um bom exemplo disso são seus parques, todos muito verdes e bem conservados.

Parque Urbano Capitão Ciríaco é um dos espaços de proteção ambiental, com vegetação nativa da Amazônia e centenas de seringueiras. A importância histórica do local se dá pelo seu antigo proprietário, o Capitão Ciríaco Joaquim de Oliveira, um dos combatentes da Revolução Acreana, quando surgiu a cidade de Rio Branco.

Parque Capitao Ciriaco

Parque Capião Ciríaco

Foi neste local onde tivemos a oportunidade de ver de perto os cortes feitos na seringueira para extração do látex, para a produção da borracha. São feitos talhos no tronco da seringueira por onde sai a seiva, chamada de látex natural. Essa é justamente a matéria-prima da borracha.

Durante o ciclo da borracha, devido à sua grande importância econômica, o látex era chamado de ouro branco.

Dentro do parque Capitao Ciriaco

Talhos em uma das seringueiras do Parque Capitão Ciríaco

Latex da Seringueira

O látex é esse líquido branco de aspecto viscoso

No centro da cidade, passamos pelo Parque da Maternidade, mais um parque urbano, com pista para corrida, ciclovia, restaurantes, praças e um anfiteatro.

Parque da Maternidade

O Parque da Maternidade

O que achamos mais interessante no local foi a Biblioteca da Floresta, um espaço cultural que abriga exposições sobre os povos indígenas do Acre, traça um panorama sobre a Amazônia e o estado do Acre, enfatizando a importância da preservação ambiental.

Há diversos painéis pelas paredes contando a história do ambientalista Chico Mendes e a sua luta pela manutenção dos seringais.

Biblioteca da Floresta Rio Branco

Acervo da biblioteca, que consta, dentre outros, de artigos indígenas e objetos da casa do seringueiro

Nos diversos painéis espalhados pelo local, a história do ciclo da borracha é explicada com muitos detalhes. Lembra que falamos que os jovens brasileiros alistaram-se no exército para extraírem a borracha na Amazônia? Sabe por que isso aconteceu?

Durante a Segunda Guerra Mundial, os países aliados (aqueles que lutavam contra o nazismo), ficaram sem o fornecimento da borracha vinda da Malásia. Então, os Estados Unidos fez uma proposta ao Brasil: enviar uma leva de nordestinos para reativar os seringais da Amazônia e produzir a “Borracha para a Vitória”, o slogan de sucesso utilizado na época por aqueles que mais tarde venceriam a guerra. Beleza! A galera foi na promessa de uma vida melhor que a daqueles que estavam lutando nas batalhas pelo nosso país, mas já sabemos que as vantagens oferecidas nunca saíram do papel.

Exposição sobre o ciclo da borracha na Biblioteca da Floresta

Exposição sobre o ciclo da borracha na Biblioteca da Floresta

O local mais distante que visitamos foi o Parque Ecológico Chico Mendes, uma unidade de conservação que leva o nome do líder ambiental Chico Mendes, assassinado da década de 80. É habitat de diversas espécies da fauna e da flora, que funciona como um zoológico.

Parque Chico Mendes

Entrada do Parque Ecológico Chico Mendes

Vegetacao Parque Chico Mendes

Trilha dentro do parque

No parque há uma casa de madeira com uma pequena mostra sobre a vida de Chico Mendes; trilhas ecológicas; diversas espécies animais e uma lojinha de artesanato.

Como o lugar é bem distante do centro, tivemos que pegar um táxi (e a corrida foi um pouco cara). Mas valeu a pena conhecer o local.

De todas as capitais que conhecemos até o momento no norte do Brasil (Manaus, Rio Branco, Porto Velho e Belém), Rio Branco é a menorzinha e também a que achamos a mais bem cuidada. A capital do Acre é bem urbanizada, segura e com uma história muito interessante!

Outros blogs que também escreveram sobre Rio Branco: Pé na Estrada  e Finestrino.

Leia também:

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30 Comentários

  1. Rio Branco realmente é uma maravilha espero algum dia conhecer esta linda cidade.Obrigado pelas Dicas.

  2. Marcelo Carnelos

    Excelente! Visitei o Acre algumas vezes, a trabalho, e tive as mesmas impressões de vocês. Local acolhedor, povo hospitaleiro, muita história e cultura para conhecer. Apesar de estar trabalhando sempre dava um jeito para visitar alguns locais importantes de Rio Branco. Pena que a maioria da nossa população trata com preconceito e menosprezo esses locais “mais distantes” (de onde?). enquanto isso, eles vão tocando a vida, com qualidade muito boa.

    Marcelo, hoje em Vitória-ES.

    • Obrigada pela mensagem, Marcelo! Não sabíamos o que esperar de Rio Branco e acho que essa falta de expectativa fez com que tivéssemos uma agradável surpresa. Aprendemos bastante sobre a rica história do Acre e tivemos dias agradáveis por lá. O povo é realmente muito hospitaleiro. Na minha opinião, as diferenças culturais entre as regiões do Brasil é a nossa maior riqueza. Queria que todos os brasileiros tivessem a mesma oportunidade que tive de visitar todas as regiões do nosso país, pois assim passamos a valorizar a nossa cultura. Afinal, a cultura do Acre faz parte da cultura do Brasil!
      Abraços de Gabi – baiana que atualmente reside em Santa Catarina

  3. Rosa

    Gostei muito da sua postagem, Gabriela. Sou Acreana e atualmente moro em Minas Gerais. Sempre lembro do Acre com saudades (menos do calor). Adorei a forma que descreveu a capital. Sempre que leio o que as pessoas escrevem sobre o Acre fico irritada com a ignorância de algumas pessoas. Mas você descreveu o Acre e Rio Branco como realmente são. Gostei muito. Está de parabéns pelas informações fidedignas.

    • Obrigada pela mensagem, Rosa!
      Essas foram as minhas impressões sobre Rio Branco e fico feliz em saber que elas são fidedignas. Gostamos bastante de tudo que aprendemos no Acre e queremos voltar ao estado para conhecer outros sítios que não conhecemos.
      Abraços

  4. Oi Gabriela, adorei o post! Não sei quando poderei conhecer Rio Branco, mas com certeza fiquei morrendo de vontade ao ler você. Continue nos mostrando este Brasil que poucos conhecem. Um beijo

  5. Joao

    Parabéns pelo trabalho de vocês, Gabriela. Muito bom mesmo. Dando visibilidade e quebrando esteriótipos e preconceitos. Sintam-se convidados para retornar, serão muito bem-vindos.
    Ps.: Temos 16 grupos étnicos indígenas na Amazônia.
    Muito bom, o Post. Amei!
    Sucesso e Forte abraço!

  6. É sem dúvida uma região que irei colocar na minha lista para quando conseguir ir ao Brasil 🙂
    Gostei muito do postal que enviaram, obrigada novamente!

  7. NELSON

    PARABÉNS PELO SEU POST, MAS RIO BRANCO É MUITO MAIS Q ISTO POR EXEMPLO EM QUINARI EXISTE O FAMOSO AMENDOIM GIGANTE E VÁRIOS OUTRO PASSEIOS

  8. Herwin Alencar Guimarães

    O guia turístico que te indicou os locais não deve conhecer Rio Branco e muito menos o estado do Acre. De Rio Branco a Assis Brasil tem muito lugar bonito e passeios muito bonitos e grandes.

  9. ABDIAS ALVES NETO

    Muito útil as informações do seu Blog sobre as Capitais da Região Norte, com destaque para Rio Branco, que tive oportunidade de conhecer. É interessante as pessoas que vão a Passeio nessa Região conhecer também Cobija (cidade do Departamento de Pando, na Bolívia, onde o turista e os visitantes encontram uma zona franca em expansão, com preços vantajosos para os importados). Não existe Burocracia para se atravessar a Fronteira Seca Brasil-Bolívia, uma Ponte une a cidade de Brasiléia com Cobija. Muitos vão a essa Província Boliviana procurar a Medicina do Local, principalmente para as Cirurgias Plásticas.

  10. Édimo

    Muito bom o blog, Sou de Curitiba, moro no Acre a mais de 20 anos. povo muito hospitaleiro, cidade cheia de oportunidades, sem falar da sua exuberante natureza, que tanto atrai turistas e principalmente os gringos.

  11. BRUNO FLANGINI

    Da divisa do Brasil / PE ate Machu Pichu, voce pega a Estrada do Pacifico, sao 230 km ate Pto Maldonado, uma cidade da Amazonia Peruana, dai pega a estrada novamente ate Machu Pichu (aprox 240km) onde passa pela cordilheira….esrada cheia de curvas onde em alguns trechos a media horaria sao 40 km/h, arriscado fazer o percurso com pressa….a noite tem muito oibus e caminhoes…mas em perfeitas condicoes (junho 2016) Se vier de carro o carro tem que estar no nome do condutor, e lembrando que para atravessar eh necessario documentode identidade ou passaporte (para o condutor os documentosd e veiculo mais habilitacao) a CNH brasileira nao e valida como doc internacional !

  12. BRUNO FLANGINI

    Sou Bruno, paulista, morador de Rio Branco- AC; a Viagem de Rio Branco a Assis Brasil 330km (aprox) a estrada asfaltadsa esta bastante ruim, voce pode levar aproximadamente 4 horas indo de taxi que vai te cobrar aproximadamente 40 dolares americanos, ou podes fazer o mesmo trajeto em onibus por metade do preco mas demorando cerca de 6 horas, a estrada esta bastante ruim, bem esburacada (junho 2016), entao tem a divisa (atento aos horarios de funcionamento ) http://consuladoperuac.blogspot.com.br/2013/03/turismo-peru.html?m=1
    alem de tudo da pra conseguir algum couch em Rio Branco que etem um grupo organizado e animado !!
    https://www.facebook.com/groups/194033653968628/?fref=ts

  13. Jose Candido

    Você escreveu que ir a Machu Picchu desde Acre é vulgar. Pode dar alguma informação sobre esse trajeto, nomeadamente quanto a segurança e condições da estrada?
    Obrigado. Bom post.

  14. Bem interessante teu post, sou Gaúcha e não sabia que o Acre fosse ser tão legal assim, parabéns pelo post.

  15. Achei o máximo sua viagem. Sou do RS e uma viagem para Rio Branco por aqui é bem exótica, principalmente por nosso desconhecimento sobre o lugar.

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