Dicas práticas sobre Assunção: locomoção e gastronomia

Assunção, capital do Paraguai, é uma cidade de pouco mais de 700 mil habitantes, sendo a maior do país. Escolhemos a cidade para ser nosso destino durante um final de semana prolongado, já que a nossa vontade era de conhecer o Paraguai além das cidades de fronteira, que pouco mostram a cultura do país.

Passamos dois dias e meio na capital e conseguimos aproveitar a cidade ao máximo, visitando seus pontos turísticos e experimentando a comida típica. Nesse post, vamos dar algumas dicas práticas sobre a locomoção, alimentação e outras curiosidades, tudo com base em nossas experiências, ou seja, testado e aprovado!

#Chegada

Assim que chegamos ao Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, ficamos surpresos (diante da dificuldade que é no Brasil e até em alguns lugares da Europa) pelo fato do aeroporto disponibilizar internet gratuita e rápida, sem necessidade de cadastro algum. Foi só ligar o wifi nos celulares, selecionar a rede do aeroporto e pronto! Muito mais fácil que nos maiores aeroportos do Brasil. 

A nossa grande dúvida era de como iríamos chegar ao nosso hotel, já que táxi é sempre a nossa última opção em qualquer viagem. Então, fomos trocar nossos dólares por guaranis (gs) para assim poder utilizar o transporte público. 

É claro que tinha um monte de taxistas se oferecendo para nos levar até o hotel, cobrando entre 80 e 88 mil guaranis (algo em torno de 45 e 50 reais, na cotação da época), mas, independentemente de dinheiro, nós gostamos mesmo é de utilizar o transporte público, para ter um maior contato com os locais.

#Transporte Aeroporto-Centro

Após a saída do aeroporto, seguimos a pé pelo lado direito da pista até chegarmos a um ponto de ônibus. No local, um taxista também perguntou se queríamos táxi, só que dessa vez o valor já tinha caído para 50 mil guaranis (28 reais na época da viagem). Detalhe é que estávamos a apenas 150 metros da entrada do aeroporto, onde a corrida de táxi custava um pouco menos que o dobro do que ele estava oferecendo. Mesmo assim, insistimos em esperar pelo ônibus, afinal, no buzú a viagem sempre é mais animada!

Aquela construção onde tem uma torre é o aeroporto e nós estávamos no ponto de ônibus; o ônibus 30 foi o que nos levou do aeroporto ao centro; o ônibus parou entre os dois pontos

Aquela construção onde tem uma torre é o aeroporto e nós estávamos no ponto de ônibus; o ônibus 30 foi o que nos levou do aeroporto ao centro; o ônibus parou entre os dois pontos

Só que onde estávamos havia dois pontos de ônibus e falaram para esperarmos no primeiro, onde tinha somente uma placa. Haviam nos informado ainda que o buzú para o centro da cidade é o número 30 que vai para Assunção (amarelo e azul), porque existe um número 30 que não vai para o centro. Apesar de terem falado pra gente ficar no primeiro ponto, o ônibus parou entre os dois pontos e, apesar das duas portas estarem abertas, a entrada é feita pela porta dianteira, mas a descida pode ser por qualquer delas. O pagamento se faz com o motorista mesmo e a passagem custou 2.400 gs (aproximadamente R$1,35, na época).

#Locomoção dentro da cidade

O hotel onde nos hospedamos em Assunção está localizado bem na frente do maior shopping da cidade, o Del Sol, e há pontos de ônibus dos dois lados da pista, sendo muito barato e prático chegar até o centro da cidade de coletivo.

–> Clique aqui para saber mais sobre o hotel

O ônibus colorido, nós dois sozinhos dentro de um voltando para o hotel e a caixa do motorista/cobrador, que recebe o dinheiro das passagens

O ônibus colorido, nós dois sozinhos dentro de um voltando para o hotel e a caixa do motorista/cobrador, que recebe o dinheiro das passagens

Lembra do ônibus 30 que nos levou do aeroporto até o hotel?? Ele também vai até o centro histórico da cidade e pegamos ele na maioria das vezes para irmos aos pontos turísticos do centro.

Os veículos não estão lá nas melhores condições, pois são velhinhos, mas nada que impeça de utilizá-los. O engraçado é que existem ônibus de várias cores, alguns mais pintados que outros, mas todos coloridos.

#Gastronomia

Dentre as comidas típicas do país se destacam as carnes, empanadas e chipas, todas testadas por nós! Vimos também algumas pessoas tomando tereré, o mate gelado deles, mas esse não faz nosso estilo, pois não gostamos de mate. 

Há uma rede de restaurantes na cidade chamada Nã Eustaquia, que serve comida típica do país. Fomos almoçar na filial que fica na Calle Palma e experimentamos o Asadito, uma chapa com tiras de carne, de linguiça, pedaços de aipim e uma espécie de tapioca recheada com queijos. O prato serviu bem nós dois e custou 40 mil guaranis (R$ 22, na cotação da época).

No mesmo lugar, só que no balcão do lado de fora, comprei uma chipa para experimentar. Chipa é um salgado que parece com pão de queijo e é muito famosa no Paraguai. Ela é vendida tanto no formato de ferradura quanto de rosca e tem um sabor bem específico e diferente do nosso pão de queijo. É aquela iguaria que todos têm que provar quando vão ao país.

Comemos assadito, chipa e até empanada!

Comemos assadito, chipa e até empanada!

Para comer a carne paraguaia, escolhemos o tradicional restaurante Bolsi, que é muito frequentado por locais e turistas e funciona 24 horas. O local oferece um cardápio variado de lanches e pratos a la carte e possui três ambientes diferentes: mesas do lado de fora, espaço com balcão e mesinhas do lado de dentro e outro mais sofisticado, também do lado de dentro, mas que fica em um ambiente separado e foi onde escolhemos ficar. 

Esperamos um tempinho na fila até conseguirmos a nossa mesa e assim que sentamos já foi colocada uma cesta com pães e alguns patês. O local tem wifi, mas é necessário pedir a senha, que não sei se continua a mesma, mas era: Aca se come bien (mas sem espaços).

Eu pedi o Steak au Poivre, que é servido com batatas ao creme, e Fau escolheu o Bife de Chorizo com batatas fritas. 

A entrada para a parte onde ficamos, steak au poivre com batatas ao creme e bife de chorizo com batatas fritas

A entrada para a parte onde ficamos, steak au poivre com batatas ao creme e bife de chorizo com batatas fritas

Os pratos servem muito bem, tanto que não consegui comer tudo porque não dispensei o couvert. Observe que no meu prato a batata está dentro de uma concha. Essa concha é uma massa bem crocante e gostosa e que fez um diferencial na apresentação do prato.

Esse almoço não foi barato (pagamos 170.000 gs – R$ 95, na cotação da época), mas se levarmos em consideração o nível do restaurante, o serviço e a qualidade da comida e se ainda compararmos aos restaurantes brasileiros no mesmo estilo, podemos até dizer que seria muito mais caro se fosse no Brasil. Essa foi a nossa única extravagância na viagem, mas que valeu muito a pena!

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8 Comentários

  1. Rosivaldo

    Ficarei dois dias depois vou de ônibus para ciudad del este ficar 5 dias e voltar para Assunção por mais 4 dias, não vou fazer compras mas conhecer novos rumos e me divertir um pouco

  2. Rosivaldo

    Irei a Assunção em setembro, pegando esse ônibus , será que ele passa próximo ao hotel armele ou devo pegar outro ?

  3. Diogo

    Muito bacana! Gostei das dicas, principalmente a do ônibus do aeroporto, pra economizar no orçamento.

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